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Inteligência Artificial na medicina: como tirar o robô de dentro do médico?

Já faz tempo que ouvimos falar em inteligência artificial. E mais recentemente, em inteligência artificial na medicina.

As expectativas ao redor do assunto aumentam a cada dia, mas algumas, de fato, levarão certo tempo para se materializar.

De acordo com a publicação de Cezar Taurion no Medium, a IA surgiu conceitualmente com um paper de Alan Turing em 1936. Uma das clássicas referências foi um posterior paper dele, em 1950, “Computing Machinery and Intelligence”.

“Entretanto, IA ainda está na sua infância. Provavelmente podemos considerar o status de IA como a internet 20 anos atrás. Lembram? A Amazon era basicamente uma livraria online, o Google tinha sido recém lançado e o iPhone não existia. A internet era usada apenas em desktops. Hoje, o mundo está diferente e fazemos coisas impensáveis no ano 2000. IA estará, em 2040, fazendo coisas impensáveis hoje”.

Inteligência artificial na medicina e na saúde

Na área da saúde, a aplicação de inteligência artificial está bem no início. Embora a inteligência artificial na medicina seja bastante promissora.

Como todos sabem, o setor da saúde é bastante desafiador e, na maioria das vezes, problemático por ser tão delicado.

Apesar disso, algumas iniciativas estão sendo bem avaliadas no quesito inteligência artificial na medicina.

Um exemplo disso é o Simples Receita.

A plataforma criada pela wconnect, Simples Receita, conecta médicos, pacientes e farmácias. De forma que o médico atende seu paciente via telemedicina, emite a receita médica que é registrada via blockchain e enviada para a farmácia. A farmácia por sua vez, recebe a receita de forma segura, faz a operação de venda do medicamento e o paciente recebe os produtos em casa, sem ter que se expor ao possível contágio pelo coronavírus.

Evidências

“A cada três minutos, cerca de dois brasileiros morrem em um hospital em decorrência de um erro que poderia ser evitado”.

A afirmação foi apresentada em 2016 no Seminário Internacional “Indicadores de qualidade e segurança do paciente na prestação de serviços na saúde”, realizado em São Paulo.

Essas falhas, chamadas de “eventos adversos”, representam problemas como que vão desde erro de dosagem ou de aplicação de medicamentos até uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar.

Segundo Cezar Taurion, a medicina em si está doente. E é aí onde a inteligência artificial entra.

“Ela pode ajudar em muito a melhorar a prática médica. Não é a substituição do médico por robôs, mas da possibilidade de tirarmos os robôs de dentro dos médicos. É uma complementação da prática médica. Cooperação de humanos com máquinas. A cooperação entre humanos e máquinas, pode melhorar em muito a precisão dos diagnósticos”.

Artigo Original: altavista.news

Foto: Amanda Dalbjörn.

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